Fundamental I
Postado em 03/01/2010 às 09:16 horas por Michelle.Avaliação Interdisciplinar
Vejam que interessante a proposta de avaliação interdisciplinar da professora Bianca Marioto Fregonezi, do Colégio Diocesano de Orlândia. Ela elaborou o instrumento de avaliação para o 2º ano em complemento à aplicação de seu projeto sobre contos de fadas.














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Em que planeta você vive, Clarice Bean?

Sugestão de leitura
E para inaugurar nosso espaço de ideias, eu não poderia deixar de sugerir a leitura e o trabalho com um dos livros mais interessantes da atualidade. Trata-se de uma das aventuras da personagem Clarice Bean, criada pela escritora inglesa Lauren Child. Você já ouviu falar dessa personagem? Sim? Então você sabe que não estou mentindo! Não ouviu? Então procure agora mesmo um exemplar e delicie-se com essa história muito divertida, contada com uma linguagem bastante “descolada” e agradável ao público infantil!
Título: Em que planeta você vive, Clarice Bean?
Autora: Lauren Child
Editora: Ática
Sinopse: Clarice Bean é uma menina muito esperta que parece entender tudo sobre a preservação do meio ambiente! Na escola, ela e seus colegas estão aprendendo sobre o planeta Terra. E a professora Clotilde pede que eles façam um trabalho sobre lesmas e minhocas. O tema até parece legal, mas Clarice tem de fazer o trabalho em dupla com o menino mais chato da classe: Robertinho Sem-Alça! No decorrer da história, no entanto, a personagem acaba enveredando por outro caminho: com sua família, ela organiza um protesto ecológico para salvar uma árvore. E não é que o Robertinho Sem-Alça teve um papel importante?
Sugestões de atividade com base no livro Em que planeta você vive, Clarice Bean?
Atividade 1: leitura e debate do livro, levantando questões como: “Você se importa com o meio ambiente?”; “O que você faz, no dia a dia, para preservar o meio ambiente?”; “Você acha que a pesquisa pedida por dona Clotilde é de fato importante para a preservação do meio ambiente? Por quê?”; “O que parece ser mais importante para a preservação do meio ambiente: a pesquisa sobre minhocas ou o protesto contra a derrubada da árvore?”; “De que maneira a professora poderia incitar as crianças a preservarem o meio ambiente?”; “Quem você acha que se importa mais com a preservação do meio ambiente: as crianças ou os adultos? Por quê?”; entre outras. O importante é levar as crianças a perceberem, por meio das pistas encontradas no livro (o buraco de ozônio causado pelo laquê da irmã, por exemplo), o quão engajada é Clarice Bean (simbolizando na obra a nova geração) com relação à preservação do planeta e como a professora (que representa parte da velha geração) parece ainda não entender a importância dessa preservação. Dessa forma, motivar as crianças a expressar suas ideias com relação ao futuro do planeta (é possível organizar a escrita de um texto coletivo) e a preservá-lo sempre.
Atividade 2: Com base na leitura do livro e na discussão proposta na atividade 1, realizar intertextualidade com o texto “Oito jeitos de mudar o mundo” e com a proposta dos “três erres”: reduzir, reutilizar e reciclar (na internet é possível encontrar diversas matérias sobre ambos).
Atividade 3: Levar para os alunos outros livros que tratem da temática do meio ambiente. Uma sugestão: De quase tudo um pouco, da autora Berenice Gehlen Adams. Trata-se de um livro de poemas cuja temática vai além do meio ambiente, abraçando assuntos do universo infantil como, brincadeiras e travessuras, ao mesmo tempo em que aborda temas como reciclagem e separação do lixo. O livro pretende servir de material didático-pedagógico para trabalhar também, conceitos relevantes como diversidade, pesquisa e aprendizagem.
Atividade 4: Levar para os alunos filmes que tratem da temática do meio ambiente. Uma sugestão: filme Wall-E, da Disney. Provavelmente eles já o conhecem, e será interessante que percebam que, por meio da diversão, também é possível aprender muitas coisas sobre o planeta Terra.
Sinopse do filme Wall-E: Após entulhar a Terra de lixo e poluir a atmosfera com gases tóxicos, a humanidade deixou o planeta e passou a viver em uma gigantesca nave. O plano era que o retiro durasse alguns poucos anos, com robôs sendo deixados para limpar o planeta. Wall-E é o último destes robôs, que se mantém em funcionamento graças ao autoconserto de suas peças. Sua vida consiste em compactar o lixo existente no planeta, que forma torres maiores que arranha-céus, e colecionar objetos curiosos que encontra ao realizar seu trabalho. Até que um dia surge repentinamente uma nave, que traz um novo e moderno robô: Eva. A princípio curioso, Wall-E logo se apaixona pela recém-chegada.
Atividade 5: Lauren Child é criadora dos personagens irmãos Charlie e Lola, que conquistaram leitores mais novos e viraram desenho animado. Você os conhece? Provavelmente alguns de seus alunos sim. Embora tratem de temática diferente da do livro de Clarice Bean, é interessante que os alunos saibam que esses três personagens foram criados pela mesma pessoa. Se possível, leve para a sala de aula algum dos episódios de Charlie e Lola.
A Escolinha do Mar
Postado em 18/10/2010 às 13:59 horas por Michelle.Projeto A Escolinha do Mar
A professora Rejane Sartori, do 3º ano do Colégio Dom Bosco Batel, mandou uma sugestão de trabalho com o livro A Escolinha do Mar, de Ruth Rocha.
Título: A Escolinha do Mar
Autora: Ruth Rocha
Editora: Salamandra
Sinopse
No fundo do mar há uma escola onde polvos, lulas, siris-patola, peixinhos e estrelas-do-mar aprendem as lições da Dona Ostra e do Professor Camarão. Até que encontram um bicho muito mal-educado...
Justificativa
O livro foi escolhido para trabalhar com as crianças o tema “animais marinhos” e levá-las a uma reflexão sobre a biodiversidade e a preservação das espécies.
Objetivos
— Incentivar o hábito da leitura e estimular a criatividade das crianças.
— Ampliar seu repertório de histórias.
— Familiarizá-las com o hábitat fundo do mar.
— Estimulá-las a observar e comparar fatos.
— Proporcionar situações de leitura compartilhada.
— Promover a conscientização das crianças sobre a biodiversidade.
Metodologia
1. Leitura do livro.
2. Exploração da capa.
3. Apresentação da autora.
4. Montagem de painel com regras de boa convivência na escola.
5. Exercícios de compreensão de texto.
6. Pesquisa sobre animais marinhos.
Desenvolvimento
1. Leitura do livro – individual, coletiva, silenciosa ou em duplas.
2. Exploração da capa – em folha avulsa, as crianças fazem a própria representação da capa do livro, com o máximo de detalhes possível: título, autor(a), ilustrador(a), editora etc. Em seguida, elaboram uma nova capa para o livro, de acordo com os aspectos que lhe parecerem mais importantes na história.
3. Apresentação da autora – leitura sobre a vida da autora e os livros que já escreveu.
4. Montagem de painel com regras de boa convivência na escola — a ser feita em conjunto. O painel deve ser fixado na parede.
5. Exercícios de compreensão de texto — com o objetivo de avaliar a percepção textual das crianças e estimular a escrita (ver anexo 1).
6. Pesquisa sobre animais marinhos — com base nos animais citados no livro, as crianças fazem uma ficha com as características de cada animal. Pode ser montado um painel para exposição de todas as fichas, de modo a permitir que as crianças saibam mais sobre os animais e se conscientizem sobre a importância de preservá-los (ver anexo 2).
Anexo 1
1. Com base no livro A Escolinha do Mar, responda:
a) Qual o nome da autora?
b) Quem fez a ilustração?
c) Qual a editora publicou o livro?
d) Quais são os personagens?
2. Escreva um parágrafo comparando a escola em que você estuda e a Escolinha do Mar.
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3. Escreva sua opinião sobre:
a) brincadeiras de mau gosto. Você já fez ou presenciou alguma?
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b) não ter medo de enfrentar problemas. Você já teve que enfrentar algum problema e sentiu medo? O que você fez?
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c) o livro que acabou de ler.
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4. Escreva quais recomendações seus pais dariam a você, se fosse convidado para acampar com seus colegas e professores.
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Anexo 2
Escolha um dos seguintes animais para fazer sua pesquisa.
ostra — camarão — peixe-elétrico — estrela do mar — lula — siri patola — tubarão — baleia — cavalo marinho — tartaruga — peixe voador — golfinho — peixe piloto — enguia.
Organize a ficha com os dados que você pesquisou da seguinte forma. Cole uma imagem do animal pesquisado ou faça uma ilustração que o represente.
Nome:
Onde vive:
De que se alimenta:
Características:
Forma de reprodução:
Curiosidades:
Ensino Fundamental I
Postado em 22/02/2011 às 11:55 horas por Michelle.Superação
Costumo reunir-me com minha família para assistir à queima dos fogos de artifício na virada do ano. Nos minutos que antecedem os fogos, procuro pensar em tudo o que conquistei nos 365 dias que passaram. Fecho os olhos e agradeço por todas as oportunidades, por todos os desafios. E então começa o espetáculo de cores e sons no céu. É difícil não me emocionar. Que bom abraçar meus queridos sob as luzes coloridas dos fogos e perceber, naquele minuto mágico, que a esperança e os sonhos se renovam no olhar de cada um.
Há algum tempo, nos primeiros minutos de cada ano que começa, realizo um pequeno ritual. Ele não leva mais do que dois minutos e consiste no seguinte: olho para o céu e fico à espera de uma breve mensagem, que se resume numa única palavra. Assim que a recebo, deixo que invada meu coração e seja regente de minha vida a partir daquele momento. E o que acontece dali por diante é encantador!
Ao final dos anos em que realizei tal ritual, percebi o quanto a palavrinha que recebi esteve presente em minha vida. Já vivi o ano do amor, quando conheci meu marido, o ano do trabalho, quando ascendi profissionalmente, o ano da família, em que recebi das mãos de Deus o meu primeiro filho.
Esse ano a palavra que senti foi superação. E ela me encheu de força para vencer os pequenos e grandes desafios que me venho propondo há algum tempo: comer menos, aprender a dirigir, voltar a estudar, viver mais intensamente, ser mais criativa, dedicar mais tempo ao blog...
Nessa primeira página do blog 2011, compartilho com vocês essa minha experiência para que a palavra superação também seja seu guia neste novo ano. Superem a si mesmos como pessoas, como amigos, como mães e pais, como profissionais e, acima de tudo, como seres humanos.
Boas-vindas, colegas professores!
Um grande abraço,
Michelle Cezak Shoji.
Ensino Fundamental I
Postado em 06/09/2011 às 08:53 horas por Michelle.Muito mais do que bandeirinhas
As festas juninas vão começar! Que tal inovar a comemoração em sua escola envolvendo os alunos na confecção de bandeirinhas ao mesmo tempo em que ensina Geometria, Matemática e Arte a seus alunos?
A seguir, sugerimos trabalho com bandeirinhas. Sempre presentes em festas juninas, podem ser feitas de papel de seda, plástico ou mesmo de jornais e revistas. Elas dão um colorido todo especial à festa, envolvendo os convidados com alegria.
Alguma vez passou pela sua cabeça trabalhar com obras de arte a partir da confecção de bandeirinhas juninas? Você já ouviu falar de Alfredo Volpi e de suas obras em estilo geométrico?
Alfredo Volpi é popularmente conhecido como o “artista das bandeirinhas”. Nasceu na Itália e veio para o Brasil com um ano de idade. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores. Aos 16 anos, ele pintou sua primeira aquarela. Aos 18, sua primeira obra de arte, numa caixa de charutos. Aos 60, ganhou o prêmio de melhor pintor brasileiro, na 2ª Bienal de São Paulo, com suas obras geométricas e coloridas, das quais se destacam as bandeirinhas de festas juninas.
Volpi só pintava com a luz do sol e produzia as próprias tintas diluídas em emulsão de verniz e clara de ovo, em que adicionava pigmentos naturais (terra, ferro, argila colorida).
Pra começar o trabalho com bandeirinhas juninas, disponibilize alguns modelos (papel de seda, plástico, revista, jornal, tecido) para os alunos manipularem. Pergunte-lhes se sabem confeccioná-las. Ensine-os a fazer minibandeirinhas.
Material necessário
- Recortes de papel de seda ou revista medindo 6 cm x 8 cm
- Tesouras com ponta arredondada (uma para cada aluno)
- Cola branca
- Rolo de barbante
Oriente os alunos a escolher 30 recortes de papel. Auxilie-os na contagem. Peça a eles que separem os recortes em grupos de dez. Cada grupo será usado separadamente. Essa etapa tem por objetivo estimular o raciocínio matemático.
Trabalhe também com formas geométricas. Pergunte a eles se reconhecem a forma geométrica dos recortes: são retângulos.
Pegue um retângulo maior de papel e mostre-o aos alunos. Dobre-o na diagonal e questione-os: que forma é essa? Um triângulo. Desdobre-o. Pegue uma das pontas da parte inferior do retângulo e dobre em direção à parte superior, formando um triângulo e um retângulo. Dobre o retângulo para trás. Questione-os: e essa forma, qual é? Um quadrado.
Oriente-os então na confecção das bandeirinhas.
Modo de fazer
- Coloque o retângulo de papel na vertical.
- Dobre-o ao meio, juntando as duas laterais.
- Para bandeiras com duas pontas, recorte de fora para dentro.
- Para bandeiras com uma ponta, recorte de dentro para fora.
- Dobre a parte de cima das bandeirinhas, formando uma dobra.
- Estique o barbante sobre a mesa.
- Reserve cerca de 10 bandeirinhas por aluno para a próxima aula.
- Uma por vez, encaixe as bandeirinhas no barbante e passe cola na parte dobrada. Feche a dobra, fixando a bandeirinha no barbante.
- O interessante é intercalar os dois modelos de bandeirinha no barbante.
Na próxima aula, conte um pouco da história de vida de Alfredo Volpi para eles, dizendo-lhes que o artista representou bandeirinhas e mastros de festas juninas em diversas obras. Leve para a sala de aula imagens de algumas das principais obras em que Volpi representou bandeirinhas. Exemplos:

Em seguida, proponha aos alunos que criem uma obra de arte com bandeirinhas, a exemplo do que fez Alfredo Volpi. Para isso, distribua aos alunos as bandeirinhas confeccionadas na aula anterior e que não foram coladas no barbante. Disponibilize cola; cartolina ou papel-cartão; a imagem de duas ou mais obras de Alfredo Volpi. Oriente os alunos a escolher uma das obras para lhes servir de inspiração. Observando a obra selecionada, cada aluno fará uma tela com colagem de bandeirinhas. Se desejarem, os alunos podem completar os espaços em branco (entre uma bandeirinha e outra) pintando-os com lápis de cor ou giz de cera. Conselho: escolher uma cor para isso ou dois tons de uma mesma cor, para não ofuscar o colorido das bandeirinhas.
Por meio dessas atividades, você trabalha matemática, geometria, coordenação motora fina, e amplia os conhecimentos sobre obras de arte e tradições folclóricas de nosso país.
Você pode encontrar mais informações sobre Alfredo Volpi e imagens de outras obras nos seguintes sites:
http://www.bcb.gov.br/htms/galeria/volpi/obras.asp?idpai=ARTEOBRAS
http://www.pinturabrasileira.com/artistas_bio.asp?cod=5&in=1
Aproveite a matéria especial e os jogos do Arraiá da Turminha Dom Bosco!
www.turminhadombosco.com.br
Volta às aulas 2012
Postado em 23/01/2012 às 08:32 horas por Michelle.Adeus 2011, bem-vindo, 2012!
Chegamos ao início de mais um ano letivo. Novas promessas, novos objetivos, novos desafios. Eis o milagre da renovação! Nas palavras do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade,
Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
E pode ser diferente. Que tal fazê-lo melhor desde agora, com pequenas atitudes? Ser cordial com as pessoas, abraçar mais nossos familiares, agradecer pelas coisas que aprendemos e conquistamos, doar coisas de que não precisamos mais, escrever para amigos que não vemos há muito tempo, preparar uma refeição especial... Afinal de contas, um ano melhor depende de sermos pessoas melhores. Vamos colocar mais amor nas coisas que fazemos, mais cor ao nosso dia a dia! Vamos inovar em 2012!
Considerando essa proposta de inovação, o tema norteador de nossos trabalhos em 2012 será Ateliê de Saberes. Seu objetivo é agregar valores de forma criativa e incentivar a originalidade.
Por definição, ateliê ou estúdio é o lugar onde um ou mais artistas projetam e realizam seus trabalhos. A palavra estúdio deriva do latim studere, que pode ser traduzida como "ânsia de conseguir algo". A palavra atelier, além de designar um espaço de criação, tem a interessante conotação de “a casa de um alquimista”.
E o que são os educadores senão artistas da educação, magos do conhecimento? Poucas coisas se comparam à “magia” da alfabetização, quando caracteres antes desconhecidos passam a fazer sentido, descortinando um mundo de possibilidades para a criança em todas as áreas do saber...
A criança, por natureza, é criativa e curiosa, anseia por aprender. Nesse aspecto, temos muito a (re)aprender com elas. Adultos que somos, depois de uma conquista tendemos a nos acomodar. É importante lembrar que a graça da vida (nos dois sentidos: dádiva e divertimento) está em inovar, experimentar, criar coisas e aprender com elas. Nunca somos maduros o bastante para deixarmos de aprender.
Por isso, proponho colocarmos mais um item em nossa lista de metas para este ano: façamos da sala de aula um ateliê de saberes!
Feliz 2012 aos colegas professores!
Um abraço,
Michelle Cezak Shoji
15 de março - Dia da Escola
Postado em 15/03/2012 às 08:42 horas por Michelle.O Dia da Escola (15 de março) foi criado no Brasil com o objetivo de valorizar essa instituição e refletir sobre formas de torná-la melhor.
Depois da família, a escola é o primeiro grupo social a que a criança pertence. É onde ela aprende a conviver com as diferenças e desenvolve noções de cidadania. A educação de qualidade promove o desenvolvimento do país em vários aspectos: econômico, político, cultural...
Considerando que a ONU declarou 2012 como Ano Internacional das Cooperativas, propomos atividades que levem professores e diretores a ver a escola como ambiente cooperativo.
Inspira-nos a palavra da Profa Dra Luciene Regina Paulino Tognetta:
Para a superação de conflitos entre as crianças, para a adequação aos deveres e direitos da vida em comum e para de fato transformar a sala de aula em um ambiente de solidariedade e respeito, há apenas um remédio: a cooperação. Não aquela cooperação enquanto ajuda, simplesmente, mas uma cooperação psicológica, como troca equilibrada, coordenação de vários pontos de vista.
Leia Mais, e encontre boas sugestões para suas aulas. Clique aqui
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